sábado, 14 de julho de 2012

O fascínio dos homens que ultrapassaram a casa dos 50

Após os 50, a brincadeira pode ficar bem melhor!
Estou a caminho dos 50 anos e confesso: não estou assustada. Achei que quando chegasse a essa dezena, ficaria profundamente triste e me consideraria uma mulher envelhecida; que nada, me sinto cada vez mais rejuvenescida e feliz por estar viva. A minha paixão pela vida é cada vez maior e estabeleço projetos como se estivesse com 20 anos. 
Aliás, considero essa a melhor fase da minha vida. E um dos desafios que tenho é "compreender os homens que ultrapassaram a casa dos 50". 




domingo, 8 de julho de 2012

Mentiras sinceras interessam sim - às vezes!

Concordo com Gikovate quando diz que não fazemos amor, porque amor se sente; o que fazemos é sexo.
Concordo com o psiquiatra quando diz que amor e sexo são diferentes e não necessariamente -- na realidade quase nunca -- andam juntos. Mas talvez tenho que discordar com o profissional, quando diz que não há necessidade de "romance" quando fazemos sexo, independentemente de haver ou não sentimento amoroso entre os parceiros.
Talvez seja algo mais do universo feminino a necessidade de "romance", mesmo quando esse não exista. Abro aqui um parentese nesse texto e peço desculpas às feministas de plantão. Embora eu seja uma eterna partidária da igualdade, acredito sim que temos diferenças e que devem ser respeitadas. Diferenças que não nos fazem inferiores ou superiores, mas que nos tornam diferentes apenas.